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Criciúma à frente em Santa Catarina na abertura de empresas

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Criciúma à frente em Santa Catarina na abertura de empresas
Redação Portal Contábil SC

Mesmo com a crise econômica, 82.362 negócios abriram as portas em 2016 em Santa Catarina. O número é 16,9% superior que em 2015, quando 70.437 empresas foram constituídas. Esta é uma realidade diferente de muitos estados brasileiros, como Minas Gerais, onde a queda na abertura de empresas foi de 5% e o número de empresas extintas cresceu 47%.

De acordo com os dados da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) e da Junta Comercial de Santa Catarina (Jucesc), o número de novas empresas cresceu nas principais cidades catarinenses. O destaque é para Criciúma, com acréscimo de 21,3% em 2016 (1.963 novas empresas) em relação ao ano anterior (1.618). Em seguida aparece Joinville, com 20,5%; Florianópolis com 19%; em Lages foram 15,7%; em Blumenau o número subiu 15,1%; e em Chapecó, 13,1%.
Entre as explicações para o crescimento, não só em Criciúma, como em todo o Estado, está a procura de pequenas empresas pela formalização, com a simplificação do processo de abertura; e a taxa de desemprego, que motivou trabalhadores a iniciarem um negócio próprio.

Expectativa para 2017

A expectativa é que, em 2017, estes dados sejam ainda mais positivos. Segundo o secretário da SDS, Carlos Chiodini, com a lei SC Bem Mais Simples, sancionada pelo governador Raimundo Colombo na última semana, será mais fácil abrir empresas, bem como a obter atestados, alvarás e outros documentos necessários. O projeto prevê o Enquadramento Empresarial Simplificado (EES), com base nas informações constantes da autodeclaração dos empreendedores, para negócios com baixo risco sanitário e baixo potencial poluidor.

Novos procedimentos

O número de empresas extintas também subiu, foram 91.444 em 2016 enquanto, em 2015, haviam sido 69.365. De acordo com o presidente da Jucesc, Julio Marcellino Junior, este é resultado dos novos procedimentos adotados pela Receita Federal. “Tínhamos uma grande demanda reprimida, de empresas que estavam abertas somente no papel e não poderiam ser extintas por terem débitos fiscais. Ou seja, é importante observar que o número de empresas extintas reflete, principalmente, a simplificação dos processos de baixa de empresas que estamos implementando no Estado”, explicou.

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Fonte: DNSul

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