Logomarca

BLOG

“Brasil não aprendeu absolutamente nada com a crise econômica”

Imagem Destaque “Brasil não aprendeu absolutamente nada com a crise econômica”

“Brasil não aprendeu absolutamente nada com a crise econômica”
Portal Contábil SC

Daniel Leichsenring: Brasil é uma sociedade que falhou retumbantemente em melhorar a perspectiva econômica – Foto: Divulgação

O Brasil não aprendeu “absolutamente nada” com a grave crise econômica que fez o PIB encolher 3,5% em 2015 e outros 3,5% em 2016, diz o economista-chefe da Verde Asset Management, Daniel Leichsenring. “Nós desperdiçamos uma crise e não conseguimos nem sequer tirar lições dela”, afirma ele, ao comentar as dificuldades que o próximo presidente deverá ter para tentar resolver o conflito distributivo. A sensação dominante parece ser a de que “o Estado vai prover tudo”, segundo Leichsenring.

O economista cita o caso da greve dos caminhoneiros, ocorrida em maio, que provocou desabastecimento, afetando a produção e o comércio. O que mais lhe chamou a atenção não foi a paralisação em si, mas o apoio de uma fatia enorme da população ao movimento – 87% dos entrevistados por pesquisa do Datafolha disseram concordar com a greve. “Isso é absolutamente inacreditável. As pessoas foram afetadas no seu dia a dia, não conseguiram se locomover, tiveram desabastecimento, houve uma série de problemas e ainda assim a população apoia”, afirma ele. “O ambiente no país está tão inóspito que as pessoas aprovam qualquer coisa que na cabeça delas signifique algum tipo de demonstração contra o governo, contra o establishment.”

Leichsenring afirma que “o país tem um problema fiscal muito grande”, sendo necessário dar conta “urgentemente” de reduzir o déficit público. “Nós não temos muito tempo”, resume ele, ao se referir aos déficits primários elevados e à trajetória explosiva de crescimento da dívida bruta em relação ao PIB.

Mas Leichsenring destaca também os problemas que dificultam a economia avançar a taxas mais robustas. Segundo ele, “o financiamento de todos os direitos da Constituição criou um ambiente econômico em que os incentivos não estão alinhados para o crescimento”.

Na visão de Leichsenring, passados 30 anos da Constituição de 1988, o país não conseguiu se desenvolver e crescer nem resolver o problema fiscal. “Nós continuamos com problema de dívida”, afirma ele. “É uma sociedade que falhou retumbantemente em melhorar a perspectiva econômica. Muito avanço foi feito nas áreas em que a Constituição mais se propôs a agir, nas liberdades, nos direitos. Houve algum avanço em relação à distribuição de renda.”

No entanto, a Constituição criou disfuncionalidades, ainda que de maneira não intencional, avalia ele, citando a liberdade para a criação de partidos e de sindicatos. “Vamos pegar a questão dos partidos. Ficou claro que abrir um partido era a melhor coisa que alguém poderia fazer. Instantaneamente, tinha acesso a fundo partidário, a tempo de televisão. Virou um negócio.”

O objetivo, diz ele, era garantir organização ampla em partidos, numa época de clamor por abertura e por maior representatividade, mas acabou por se criar “uma estrutura de incentivos muito perversa”. Segundo Leichsenring, isso leva a uma situação “absolutamente indesejável”: diversos “grupos de interesse que se beneficiam enormemente dos incentivos criados”, brigando “até o fim da vida para manter os privilégios”. Nesse ambiente, várias corporações foram criadas e estimuladas ao longo do tempo, tendo capturado vários braços do Estado para interesse próprio.

“A nossa Previdência do setor público deve ser o maior programa de concentração de renda do universo”, afirma Leichsenring. “Eu nunca estudei esse assunto comparativamente, mas muito provavelmente a Previdência pública brasileira deve ser um dos maiores programas de concentração de renda do mundo”, diz o economista da Verde, a gestora comandada por Luis Stuhlberger. O valor das aposentadorias de quem trabalhou no setor público é muito superior às dos empregados do setor privado, por exemplo.

“A sociedade inteira está financiando isso”, afirma ele. “São aquelas instituições criadas ao longo do tempo que nós não conseguimos reformar e hoje impõem um custo do ponto de vista de crescimento e um custo enorme do ponto de vista da confiança no sistema político.

Ao falar das perspectivas para o próximo governo, Leichsenring diz que gostaria de ver ao longo de 2019 “um conjunto de políticas que fossem desenhadas para, em primeiro lugar, resolver o problema fiscal de modo urgente, tentando de toda maneira evitar aumento de carga tributária”. Para isso, é preciso conter o gasto, “o que significa rever Previdência e benefícios de modo geral, tirar privilégios e tentar fazer alguma reforma tributária que dê um pouco de racionalidade ao nosso sistema”.

O economista da Verde reitera a gravidade do problema fiscal do país, avaliando que o país não tem tempo de errar. Nesse cenário, seria melhor tentar aprovar o projeto da reforma da Previdência apresentada pelo governo Michel Temer. “[A proposta] Não é uma maravilha, mas já é um avanço.”

Segundo ele, se vierem no próximo governo propostas “muito diferentes das que já foram debatidas”, há o risco de se perder um tempo importante. O período de lua de mel após as eleições seria desperdiçado, em vez de ser usado para aprovar reformas importantes.

Isso pode ocorrer se houver a tentativa de aprovar uma mudança no sistema de aposentadorias introduzindo o regime de capitalização (com contas individuais), afirma Leichsenring. Segundo ele, a proposta não resolve o problema agora, gerando ainda um custo adicional relevante no curto prazo. Economistas de candidatos como Jair Bolsonaro (PSL) e Ciro Gomes (PDT) têm falado no regime de capitalização ao tratar da reforma da Previdência. “Esse é talvez o meu maior receio. Uma combinação de qual é o tipo de maioria que se consegue no Congresso, do tipo de negociação que vai levar a essa maioria e do tipo de proposta [apresentada].”

Sobre o cenário político, marcado atualmente pela polarização entre Bolsonaro e Fernando Haddad (PT), Leichsenring afirma não estar muito esperançoso de que o melhor conjunto de políticas vá vingar, embora ao mesmo tempo diga ter dúvidas de que o pior conjunto de propostas vai prevalecer. “O extremo mesmo, voltar à agenda Dilma, de total desprezo por qualquer responsabilidade fiscal, isso eu acho que não volta mais.” O problema, ressalta, é que o meio do caminho não resolve o problema fiscal brasileiro, e, portanto, é negativo para dívida pública e para o crescimento, colocando riscos importantes no horizonte.

Em caso de vitória de Bolsonaro, uma preocupação para ele é como será a relação com o Congresso, mesmo que as eventuais divergências entre o deputado e o seu conselheiro econômico, Paulo Guedes sejam superadas e prevaleçam as melhores diretrizes de política econômica. “No fim das contas, a campanha dele é toda em cima do discurso anti-establishment, contra o político tradicional.”

“Acho que boa parte do Centrão tende a compor com o governo, mas o problema é o establishment político, a elite política, e aí acho que a composição é um pouco mais difícil”, pondera ele, lembrando que isso pode dificultar a formação de maiorias para aprovar reformas constitucionais.

No caso de Haddad, Leichsenring diz esperar que o petista faça uma convergência para o centro, mas considera que a proposta tende a ser insuficiente para dar conta do problema fiscal. Além disso, há riscos grandes de retrocesso em algumas áreas, como a trabalhista e institucional, com o enfraquecimento das instituições, afirma ele.

A situação fiscal precisa ser resolvida para evitar que a dívida bruta, hoje em 77,3% do PIB, continue a avançar, diz ele. É necessário “um programa de ajuste minimamente decente” para impedir que o indicador siga em alta para 100%, 120% do PIB, de acordo com Leichsenring. Se o país não for capaz de fazer isso, chegará um momento em que restarão duas opções. A primeira é um calote explícito, com o governo dizendo que não pagará o que deve. “Nós já vimos isso no passado”, lembra ele.

“É um negócio brutal sobre a economia. Você desestrutura todo o sistema financeiro, desestrutura todas as famílias e as empresas.”

A outra alternativa é deixar que o valor real da dívida do governo diminua, pelo aumento da inflação – o calote implícito. “Se você não consertar a origem do problema, você vai para algum tipo de calote, seja explícito, seja implícito.”

Para aumentar a capacidade de crescimento do país, Leichsenring considera fundamental a implementação de uma agenda de competitividade que inclua medidas como a abertura da economia e a melhora da qualidade do sistema tributário. Na área política, vê como crucial uma reforma que ataque o problema do “abismo” entre o representante e o representado. “Tem que reduzir gasto de campanha. Avançar no sentido de caminhar para um voto distrital reduziria muito o custo.”

Leichsenring espera um crescimento próximo de 1,5% neste ano, estimando uma expansão entre 2% e 2,5% no ano que vem. Um ponto favorável, segundo ele, é que a economia está numa situação muito tranquila para crescer. Ele desenvolveu um índice de vulnerabilidade da economia, que perto de meados do ano estava num dos menores níveis desde o observado nos anos 1990.

A ideia é avaliar qual é a probabilidade de que o ciclo de crescimento seja abortado devido a algum desequilíbrio. O indicador leva em conta variáveis mais cíclicas, como a inflação em relação à meta perseguida pelo Banco Central (BC), o ritmo de crescimento comparado ao PIB potencial (aquele que não causa pressões inflacionárias) e o nível de ociosidade na economia, além de outros fatores como a relação dívida/PIB, o nível de reservas como proporção do PIB e o resultado em conta corrente.

A única grande vulnerabilidade era a fiscal, diz Leichsenring. Havia tranquilidade no front inflacionário, o déficit em conta corrente era muito baixo e havia bastante ociosidade na economia, uma combinação propícia para a continuidade do ciclo de crescimento. “O problema é que, ao longo do tempo, se você não consertar a situação fiscal, há o risco de isso contaminar as outras coisas”, afirma ele, indicando mais uma  vez a urgência de se enfrentar o desequilíbrio das contas públicas.

 

Fonte: Valor Econômico

Powered by WPeMatico

Política de Privacidade
  1. Introdução

Nós somos comprometidos com a segurança dos seus Dados Pessoais e da sua privacidade durante toda a sua jornada dentro do Beatriz Madeiras, desde quando você realiza o cadastro na nossa plataforma até o suporte quando você se torna nosso cliente! O tratamento de seus dados pessoais é condição necessária para que possamos prestar a você os nossos serviços e ao continuar utilizando esta plataforma você está ciente e concorda com o tratamento de seus dados pessoais de acordo e nos termos desta Política de Privacidade ("Política"). Você, ao aceitar os termos desta Política, concorda, expressamente, em fornecer apenas dados pessoais verdadeiros, atuais e precisos na utilização dos nossos produtos ou serviços. Você será responsável pelos danos, diretos ou indiretos, que cause fornecendo dados falsos ao Beatriz Madeiras ou a terceiros. Para saber mais informações acerca das condutas esperadas dos usuários Beatriz Madeiras acesse nosso Termos e Condições de Uso.

Esta Política se aplica à todos Usuários do Beatriz Madeiras. O acesso ou uso da plataforma Beatriz Madeiras por menores de 18 anos não emancipados é expressamente proibido. Ao utilizar o Beatriz Madeiras você garante que é capaz de exercer pessoalmente os atos da vida civil.

  1. Quais dados nós coletamos?

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais - LGPD considera dados pessoais aqueles que identificam ou tornam uma pessoa identificável. Nós coletamos os dados pessoais necessários para prestar nossos serviços e ofertar produtos a você. Para isso coletamos: Dados de identificação – São os dados que identificam você como o seu nome completo, e-mail, telefone, endereço, CEP, CPF, RG, data de nascimento e senha. Dados de navegação – São os dados que são gerados através do uso de nossas plataformas, como: endereço IP, provedor de navegação, conexão de rede, cookies, dados de geolocalização quando autorizados em seu dispositivo, sistema operacional de seu dispositivo, desempenho do provedor, da rede e do dispositivo, serviços acessados, interações realizadas e ID do seu dispositivo. Dados de terceiros – São os dados que podemos obter através de fontes públicas, prestadores de serviços ou de nossos parceiros, sempre de acordo com a legislação brasileira, por exemplo: seu histórico de crédito, scores gerados por bureaus de crédito, restrições financeiras, dados necessários para viabilizar operações financeiras, realizar a complementação de dados informados e atender às suas demandas. Você pode consultar as Políticas de Privacidade dos terceiros com os quais interage nos próprios websites desses. Dados biométricos – São os dados necessários para garantir a validação da sua identidade e prevenir que não ocorram fraudes em seu nome, por exemplo: a selfie que pedimos que você tire junto ao seu documento oficial para certificarmos a sua identidade. Os dados biométricos são considerados dados sensíveis e quando formos realizar o tratamento desses dados avisaremos você.

  1. Para que nós utilizamos os seus dados?

Para identificar e autenticar você adequadamente em nossa plataforma. Para manter seu cadastro atualizado e contatarmos você por telefone, e-mail, WhatsApp ou outros meios de comunicação.• Para cumprir com os termos e condições desta Política bem como os Termos de Uso de nossos produtos e serviços.• Para atender às suas solicitações e dúvidas em nossos canais de atendimento.• Para informar você sobre as novidades, novas funcionalidades, conteúdos, notícias e demais eventos relevantes do Beatriz Madeiras.• Para enviar mensagens sobre os nossos produtos ou serviços que possam ser do seu interesse.• Para conhecer você, continuar inovando, aprimorando e desenvolvendo nossos produtos.• Para informar você sobre mudanças em nossos termos, serviços ou políticas (incluindo esta Política). • Para melhorar cada vez mais a sua experiência de uso em nossas plataformas.• Para produzirmos estatísticas, estudos, pesquisas e levantamentos apropriados e necessários para oferecer à você nossos serviços, sendo que, sempre que possível, os seus dados serão anonimizados para essas finalidades.• Para exibir publicidade a você nas nossas plataformas ou em sites terceiros.• Para customizar os conteúdos e a publicidade que mostramos em nossas plataformas.• Para recomendar a você nossos serviços e produtos, incluindo serviços de terceiros que possam ser do seu interesse.• Para criar um perfil sobre você, personalizando a sua experiência em nossos serviços.• Para monitorar atividades e tendências de uso.• Para mensurar interações e audiência dos Serviços.• Para reconhecer e acompanhar a sua navegação.• Para cumprir com obrigações legais ou regulatórias, bem como exercer direitos em processos judiciais, administrativos ou arbitrais.

  1. Dados pessoais necessários para a prestação de nossos serviços e ofertar produtos

  • Para confirmar e completar os seus dados, conforme a relação estabelecida com você.
  • Para prevenir fraudes e garantir a você segurança na prestação de nossos serviços e no oferecimento de nossos produtos.
  • Para execução dos contratos ou para procedimentos pré-contratuais.
  • Para atender suas demandas relacionadas a execução de nossos produtos ou serviços.
  • Para cumprir com obrigações legais ou regulatórias, bem como, exercer direitos em processos judiciais, administrativos ou arbitrais.
  1. Com quem seus dados podem ser compartilhados? 

O Beatriz Madeiras poderá compartilhar os seus dados com terceiros que possuem padrões de segurança e confidencialidade adequados e aptos para proteger os seus dados. Entre esses terceiros estão: Parceiros de negócio – Podemos compartilhar os seus dados com nossos parceiros para ofertar nossos serviços à você, ampliar e desenvolver nossos negócios. Prestadores de serviços de marketing – Utilizamos serviços de marketing para oferecer à você anúncios que sejam do seu interesse, enviar e-mail marketing, telemarketing, mensagens pelo aplicativo WhatsApp, notificação instantânea de push, entre outros canais de comunicação. Prestadores de serviços de tecnologia – Podemos compartilhar seus dados para aprimorar nossas plataformas, armazenar dados e para obter suporte técnico e operacional aos nossos serviços. Bureaus de crédito, provedores de meios de pagamento, integradores de meios de pagamento e empresas de cartões de crédito – Utilizamos esses serviços para processar pagamentos realizados em decorrência do uso de nossos serviços ou produtos, cumprir com obrigações contratuais, prevenir atividades ilegais, suspeitas ou fraudulentas, garantir a prevenção à fraude e a segurança dos nossos usuários. Autoridades Governamentais – Seus dados poderão ser compartilhados para cumprir com obrigações legais ou regulatórias, para execução de contratos, para o exercício de direitos em processos judiciais, administrativos ou arbitrais e para garantir a prevenção à fraude. Você – Para garantir o atendimento aos seus requerimentos e nossa transparência sobre como tratamos os seus dados pessoais.

  1. Seus direitos e como exercê-los

Confirmação de tratamento – Você pode solicitar ao Beatriz Madeiras a confirmação do tratamento de seus dados pessoais. Acesso aos dados – Você pode solicitar ao Beatriz Madeiras o acesso aos dados pessoais que possuímos relacionados a você. Correção de dados pessoais – Você pode solicitar ao Beatriz Madeiras a correção de dados que estão incompletos, inexatos ou desatualizados, podendo corrigi-los ou complementá-los. Para realizar a correção poderemos requerer que você apresente um documento comprovando a veracidade dos novos dados informados. Anonimização, bloqueio ou eliminação – Caso os seus dados estejam sendo tratados de forma desnecessária, em excesso para a finalidade do tratamento ou em desconformidade com as disposições da LGPD, você poderá solicitar que o Beatriz Madeiras realize a anonimização, bloqueio ou eliminação dos dados. Para isso, deverá restar comprovado de fato que houve excesso, ausência de necessidade ou desconformidade com a LGPD nas atividades de tratamento do Beatriz Madeiras. A eliminação de dados essenciais para o uso da plataforma implicará no término de seu cadastro junto ao Beatriz Madeiras. Eliminação dos dados tratados com o consentimento – Você pode solicitar a eliminação dos dados tratados com base no seu consentimento, sendo que esses serão eliminados desde que não sejam necessários para a prestação dos nossos serviços ou para o cumprimento de obrigações legais ou regulatórias. Informação acerca do compartilhamento – Você pode solicitar ao Beatriz Madeiras informações das entidades públicas e privadas com as quais tenha sido realizado o compartilhamento dos seus dados. Informação sobre a possibilidade de não fornecer o consentimento e sobre as consequências da negativa – Caso seja indispensável o seu consentimento para acessar determinado produto ou serviço do Beatriz Madeiras, você pode solicitar a nós informação sobre a possibilidade de não fornecer o consentimento e quais são as negativas decorrentes desta ação. Revogação do consentimento – Caso você tenha fornecido o seu consentimento para o tratamento de dados, você poderá revogá-lo a qualquer tempo. Destacamos que isso não quer dizer que nós não podemos mais tratar os seus dados, estes poderão ser tratados de forma anonimizada ou com base em outra hipótese autorizativa legal que respalde o tratamento. Decisões automatizadas – Você pode solicitar a revisão de decisões tomadas unicamente com base no tratamento automatizado de dados e a indicação dos critérios utilizados nessas decisões, observados sempre os segredos comercial e industrial do Beatriz Madeiras. Portabilidade de dados – Após a regulamentação desse direito pela Autoridade competente segundo a LGPD, você poderá solicitar a portabilidade dos seus dados pessoais a outro fornecedor de serviço ou produto. Caso você queira exercer algum desses direitos acima expostos, entre em contato conosco através do nosso canal. Estamos sempre à disposição para esclarecer suas dúvidas e colocar você no controle dos seus dados pessoais.

  1. Por quanto tempo guardamos seus dados?

Nós guardamos os seus dados pelo período necessário para desempenhar as finalidades pelas quais foram coletados, cumprir com obrigações legais ou regulatórias e exercer direitos em processos judiciais, administrativos ou arbitrais. Caso o Beatriz Madeiras não tenha a necessidade de manter os seus dados armazenados, eles serão objeto de anonimização ou exclusão. 

  1. Segurança dos dados

Adotamos medidas técnicas e organizacionais para proteger seus dados da forma mais íntegra possível. Além do compromisso dos nossos colaboradores com o sigilo e da seleção criteriosa e do monitoramento de nossos prestadores de serviço, também garantimos a proteção de seus dados através da implementação de procedimentos físicos, eletrônicos e administrativos adequados para mantê-los seguros aqui no Beatriz Madeiras. Também, sempre que possível, os seus dados serão tratados de forma anônima, o que quer dizer que não será possível identificá-lo no conjunto de dados que estamos tratando.

  1. Transferência Internacional de Dados

Alguns dos dados pessoais que coletamos, ou todos eles, poderão ser objeto de transferência internacional, por exemplo, para o compartilhamento e o armazenamento em servidores de computação em nuvem localizados fora do Brasil. O Beatriz Madeiras observa todas as diretrizes estabelecidas pela legislação vigente e adota as melhores práticas de segurança e privacidade para garantir a integridade e confidencialidade dos seus dados pessoais.

  1. Entre em contato conosco

Nós somos o Controlador dos dados pessoais que tratamos, de acordo com a LGPD, estamos identificados como: Beatriz Madeiras. Entre em contato conosco através do nosso canal de atendimento. Estamos sempre à disposição para esclarecer suas dúvidas, receber comentários ou reclamações. Caso você não queira mais receber nossas comunicações de marketing por e-mail, basta você clicar no link “unsubscribe” que está disposto ao final dos e-mails que enviamos para você. Você também pode gerenciar as mensagens que recebe através do nosso gerenciador de notificações disponível tanto no aplicativo quanto na web. Lembre-se de que, mesmo desativando o recebimento de comunicações de marketing, ainda poderemos continuar entrando em contato com você para realizar demais comunicações referentes à produtos ou serviços Beatriz Madeiras que você utiliza.

  1. Mudanças na Política de Privacidade

Buscamos constantemente melhorar nossa Política e aprimorar nossos produtos e serviços para você, essas mudanças poderão ser refletidas nesta página. Por isso, antes de usar os nossos serviços dê sempre uma olhadinha aqui! Nós avisaremos você sobre as alterações que fizermos, seja através do envio de e-mail, mensagem pelo aplicativo Whatsapp, notificação instantânea (push) ou por outros meios. Isso implica que você está ciente e têm conhecimento dos termos aqui dispostos.